Quando a Empresa Decide Trabalhar com o Governo

Fazer negócios com o setor público exige mais do que conhecer as regras. Exige entender a lógica de quem está do outro lado.

Quando a Empresa Decide Trabalhar com o Governo

Fazer negócios com o setor público exige mais do que conhecer as regras. Exige entender a lógica de quem está do outro lado.

Duas cadeiras vazias frente a frente em uma mesa simples, representando o diálogo entre o setor privado e o setor público.

Empresas que atuam com governos não competem apenas por contratos. Elas participam de um dos maiores mercados do país, responsável por movimentar centenas de bilhões de reais anualmente e presente em praticamente todos os setores da economia.

Mas existe um equívoco recorrente: tentar aplicar ao setor público a mesma lógica utilizada no mercado privado.

A Administração Pública decide de forma diferente. Cada contratação ou parceria é resultado da combinação entre planejamento, orçamento, responsabilidade fiscal, prioridades de governo, segurança jurídica e geração de valor público. Esse ambiente é disciplinado, entre outros marcos, pela Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos), pela Lei nº 13.019/2014 (Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil) e pelos princípios do art. 37 da Constituição Federal.

Por isso, uma licitação não é apenas uma venda. Um contrato administrativo não é um contrato privado. E uma reunião com um gestor público não é uma reunião comercial.

Ao mesmo tempo, trata-se de um mercado extraordinariamente amplo. União, estados e mais de 5.500 municípios contratam diariamente obras, tecnologia, saúde, educação, engenharia, consultorias, inovação, capacitação, serviços especializados, soluções digitais, além de celebrarem convênios, termos de colaboração, termos de fomento, concessões, parcerias público-privadas e diversos outros instrumentos de cooperação.

As empresas que obtêm melhores resultados compreendem que a estratégia vem antes da oportunidade. Mais do que disputar editais, procuram entender as prioridades do governo, o funcionamento do orçamento público, os limites legais, os riscos envolvidos e a lógica da tomada de decisão do gestor.

Essa visão permite construir relações institucionais sólidas, desenvolver soluções mais aderentes às necessidades da Administração e posicionar a empresa para atuar de forma sustentável no longo prazo.

Minha atuação reúne justamente essas duas perspectivas. Ao longo da carreira, ocupei posições de liderança tanto no setor público quanto no setor privado, participando da gestão de grandes orçamentos, da formulação de políticas públicas, da estruturação de projetos estratégicos e da construção de parcerias institucionais. Essa experiência permite compreender não apenas o que a legislação exige, mas também como governos efetivamente planejam, decidem e contratam.

Se sua organização deseja atuar com governos de forma estratégica, seja por meio de licitações, parcerias, convênios, contratos administrativos ou projetos de longo prazo, entre em contato. Será um prazer contribuir para oportunidades concretas de crescimento da sua organização e de geração de valor para a sociedade.


Obra (imagem) utilizada:

O Geógrafo (c. 1669), do holandês Johannes Vermeer

Fiz uma brincadeira colocando-o num escritório, hehe!

Empresas que atuam com governos não competem apenas por contratos. Elas participam de um dos maiores mercados do país, responsável por movimentar centenas de bilhões de reais anualmente e presente em praticamente todos os setores da economia.

Mas existe um equívoco recorrente: tentar aplicar ao setor público a mesma lógica utilizada no mercado privado.

A Administração Pública decide de forma diferente. Cada contratação ou parceria é resultado da combinação entre planejamento, orçamento, responsabilidade fiscal, prioridades de governo, segurança jurídica e geração de valor público. Esse ambiente é disciplinado, entre outros marcos, pela Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos), pela Lei nº 13.019/2014 (Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil) e pelos princípios do art. 37 da Constituição Federal.

Por isso, uma licitação não é apenas uma venda. Um contrato administrativo não é um contrato privado. E uma reunião com um gestor público não é uma reunião comercial.

Ao mesmo tempo, trata-se de um mercado extraordinariamente amplo. União, estados e mais de 5.500 municípios contratam diariamente obras, tecnologia, saúde, educação, engenharia, consultorias, inovação, capacitação, serviços especializados, soluções digitais, além de celebrarem convênios, termos de colaboração, termos de fomento, concessões, parcerias público-privadas e diversos outros instrumentos de cooperação.

As empresas que obtêm melhores resultados compreendem que a estratégia vem antes da oportunidade. Mais do que disputar editais, procuram entender as prioridades do governo, o funcionamento do orçamento público, os limites legais, os riscos envolvidos e a lógica da tomada de decisão do gestor.

Essa visão permite construir relações institucionais sólidas, desenvolver soluções mais aderentes às necessidades da Administração e posicionar a empresa para atuar de forma sustentável no longo prazo.

Minha atuação reúne justamente essas duas perspectivas. Ao longo da carreira, ocupei posições de liderança tanto no setor público quanto no setor privado, participando da gestão de grandes orçamentos, da formulação de políticas públicas, da estruturação de projetos estratégicos e da construção de parcerias institucionais. Essa experiência permite compreender não apenas o que a legislação exige, mas também como governos efetivamente planejam, decidem e contratam.

Se sua organização deseja atuar com governos de forma estratégica, seja por meio de licitações, parcerias, convênios, contratos administrativos ou projetos de longo prazo, entre em contato. Será um prazer contribuir para oportunidades concretas de crescimento da sua organização e de geração de valor para a sociedade.


Obra (imagem) utilizada:

O Geógrafo (c. 1669), do holandês Johannes Vermeer

Fiz uma brincadeira colocando-o num escritório, hehe!