
Uma Das Principais Contribuições Do Meu Trabalho
Ações Concretas nos Serviços de Assessoria, Consultoria e Mentoria
Uma Das Principais Contribuições Do Meu Trabalho
Ações Concretas nos Serviços de Assessoria, Consultoria e Mentoria

Deixe-me começar dizendo que eu não uso IA para escrever. Então, abaixo você terá minhas impressões mais sinceras sobre um pequeno aspecto do meu trabalho que me leva a entregar aquilo que eu considero uma das principais contribuições do meu trabalho: o agir estratégico.
Há uma tendência nas organizações públicas em tratar os problemas como se pertencessem à disciplinas isoladas. No exemplo clássico do orçamento, quase sempre se chama alguém das finanças para solucionar o problema. É verdade que alguém dessa área pode ajudar, mas antes o planejamento, gestores dos projetos da pasta, o próprio secretário precisam responder algumas perguntas que os levarão à tomadas de decisão do tipo: “iremos adiar o projeto X em detrimento de viabilizar o projeto Y”. Em poucas palavras, dificilmente os problemas na gestão pública não serão multidisciplinares.
Assim, a realidade raramente distingue essas fronteiras disciplinares. Carreiras e equipes precisarão pensar juntas. Os problemas costumam atravessar diferentes dimensões ao mesmo tempo. Uma decisão financeira produz efeitos políticos, assim como a mudança de estratégia requer do gestor reorganização de pessoas. Um excelente plano sem governança vira mero rol de boas intenções. Métodos, IAs, modismos e gurus tendem ao fracasso quando ignoram o contexto institucional. Antes de apontar soluções, é preciso enxergar o problema a fundo.
Tenho treinado a visão sistêmica, a confluência multidisciplinar. Tenho procurado conhecer as regras específicas do jogo no qual estou inserido; dedicado tempo aos estudos para defender posições; entrado em divididas quando a leitura do contexto requer posicionamento. A formação acadêmica e a trajetória profissional formam um projeto complexo entrelaçado de desafios, sonhos e satisfação. A responsabilidade de conduzir secretarias estruturantes, da qual as demais dependem sobremaneira, decidir sobre orçamento e finanças, liderar equipes, negociar interesses, implementar e lidar, diariamente, com as limitações e possibilidades do Estado e dos Governos.
Há uma complementaridade nesses encontros e caminhos, de fazer conversar as diferentes linguagem da ação pública. E é justamente nessa interseção que acredito estar o trabalho de quem assessora dirigentes e organizações. Não é um pacote pronto de consultoria que resolverá problemas específicos, mas um trabalho ativo de escuta e apoio para construir decisões que façam sentido técnica, institucional, política e financeiramente. Uma boa decisão não é apenas aquela “em conformidade”, mas aquela que, sem abrir mão das formalidades, consegue produzir efeitos positivos e resultados na realidade.
Essa é uma das minhas principais contribuições: uma visão estratégica que amplia o alcance concreto de quem decide.
Caso tenha interesse em conversar comigo, será um prazer poder contribuir com seus projetos!
Deixe-me começar dizendo que eu não uso IA para escrever. Então, abaixo você terá minhas impressões mais sinceras sobre um pequeno aspecto do meu trabalho que me leva a entregar aquilo que eu considero uma das principais contribuições do meu trabalho: o agir estratégico.
Há uma tendência nas organizações públicas em tratar os problemas como se pertencessem à disciplinas isoladas. No exemplo clássico do orçamento, quase sempre se chama alguém das finanças para solucionar o problema. É verdade que alguém dessa área pode ajudar, mas antes o planejamento, gestores dos projetos da pasta, o próprio secretário precisam responder algumas perguntas que os levarão à tomadas de decisão do tipo: “iremos adiar o projeto X em detrimento de viabilizar o projeto Y”. Em poucas palavras, dificilmente os problemas na gestão pública não serão multidisciplinares.
Assim, a realidade raramente distingue essas fronteiras disciplinares. Carreiras e equipes precisarão pensar juntas. Os problemas costumam atravessar diferentes dimensões ao mesmo tempo. Uma decisão financeira produz efeitos políticos, assim como a mudança de estratégia requer do gestor reorganização de pessoas. Um excelente plano sem governança vira mero rol de boas intenções. Métodos, IAs, modismos e gurus tendem ao fracasso quando ignoram o contexto institucional. Antes de apontar soluções, é preciso enxergar o problema a fundo.
Tenho treinado a visão sistêmica, a confluência multidisciplinar. Tenho procurado conhecer as regras específicas do jogo no qual estou inserido; dedicado tempo aos estudos para defender posições; entrado em divididas quando a leitura do contexto requer posicionamento. A formação acadêmica e a trajetória profissional formam um projeto complexo entrelaçado de desafios, sonhos e satisfação. A responsabilidade de conduzir secretarias estruturantes, da qual as demais dependem sobremaneira, decidir sobre orçamento e finanças, liderar equipes, negociar interesses, implementar e lidar, diariamente, com as limitações e possibilidades do Estado e dos Governos.
Há uma complementaridade nesses encontros e caminhos, de fazer conversar as diferentes linguagem da ação pública. E é justamente nessa interseção que acredito estar o trabalho de quem assessora dirigentes e organizações. Não é um pacote pronto de consultoria que resolverá problemas específicos, mas um trabalho ativo de escuta e apoio para construir decisões que façam sentido técnica, institucional, política e financeiramente. Uma boa decisão não é apenas aquela “em conformidade”, mas aquela que, sem abrir mão das formalidades, consegue produzir efeitos positivos e resultados na realidade.
Essa é uma das minhas principais contribuições: uma visão estratégica que amplia o alcance concreto de quem decide.
Caso tenha interesse em conversar comigo, será um prazer poder contribuir com seus projetos!


